Transe Visionário

 

Transe visionário”, com José Castello e Arthur Bispo do Rosário

 
 
Curadoria: Selma Caetano
Consultoria: Beatriz Resende
Direção: Joel Pizzini

Em 1985, José Castello passou dois dias com Arthur Bispo do Rosário na colônia Juliano Moreira, em Jacarepaguá, no Rio de Janeiro, para uma entrevista publicada na revista IstoÉ. Mais de 30 anos depois, Transe visionário leva o escritor de volta ao hospital psiquiátrico, onde relembra o primeiro encontro e fala, em uma comunicação telepática com bispo, de liberdade de pensamento e das relações entre arte e loucura, vida e transe, realidade e alucinação. Como fonte, dois relatos de José Castello: um ficcional do livro Dentro de mim ninguém entra, livremente inspirado na vida do Bispo do Rosário; e outro ensaístico, do livro Inventário das sombras sobre o artista que criou sua obra visionária no Instituto Municipal de Assistência à Saúde Juliano Moreira, também conhecido como Colônia.

 
 
 
  • Gonçalo M. Tavares
    "Escrever é um ato físico, quase uma disciplina de atleta".
    Gonçalo M. Tavares
  • Eucanaã Ferraz
    Eu sempre quis ser alguém capaz de criar coisas”.
    Eucanaã Ferraz
  • Bernardo Carvalho
    Literatura é uma construção vital, minha vida seria uma droga sem ela”.
    Bernardo Carvalho
  • Silviano Santiago
    Importa-me primeiro ser lido. Em segundo lugar, importa-me ser compreendido. E em terceiro, ser bem compreendido”.
    Silviano Santiago
  • José Castello
    “Escrever crítica alimenta meus livros, escrever meus livros alimenta minhas crônicas, escrever minhas crônicas alimenta minhas ficções”.
    José Castello
  • Arthur Bispo do Rosário
    "O partido é só um, que é o do criador”.
    Arthur Bispo do Rosário
  • Sérgio Sant’Anna
    A literatura é um ato de prazer, que não deve ter segundas intenções”.
    Sérgio Sant’Anna
  • Maria Esther Maciel
    “A poesia, que é o espaço por excelência do não sabido, é o meio mais propício para trespassar as fronteiras das espécies”“A poesia, que é o espaço por excelência do não sabido, é o meio mais propício para trespassar as fronteiras das espécies”.
    Maria Esther Maciel